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Autor: Alvaro de Azevedo Gonzaga
Formato: 14x21
Acabamento: Brochura
Páginas: 190
ISBN: 978-65-86985-30-6

 

O livro

 

“Tanto Decolonizadores como Descolonizadores escreveram a história com tinta vermelha: Aqueles com a tinta vermelha do urucum, já estes com a tinta vermelha do sangue indígena.”

É assim que o indígena, Professor de Direito e advogado que milita na defesa dos direitos humanos, Alvaro de Azevedo Gonzaga, começa seu último capítulo do livro “Decolonialismo Indígena” fruto de seu pós-doutorado em história que inclusive foi objeto de ataque por hordas odiosas no dia de sua apresentação.

O livro divide-se em 7 mitos que foram construídos pelos colonizadores e precisam ser desmentidos ou decolonizados. Com uma linguagem cuidadosa, mas leve, o autor busca aproximar o leitor desse tema que merece atenção, afinal nossa história é muito anterior a 1500.

  • 1º mito: Colocando os pingos nos Índios: Por que “povos originários” ou “indígenas”
  • 2º mito: O arco e flecha
  • 3º mito: Indígenas não gostam de trabalhar e são preguiçosos, canibais, violentos e matam crianças
  • 4º mito: Indígenas possuem muitas terras
  • 5º mito: Indígenas estão desaparecendo no Brasil
  • 6º mito: Ah, que saudades dos militares – Relatório Figueiredo: Etnocídios e Normaticídios
  • 7º mito: Os primeiros brasileiros da história são os Indígenas

 

O autor

 

Alvaro de Azevedo Gonzaga 

Pós-Doutor em História dos povos Indígenas pela UFGD. Livre-docente em Filosofia do Direito pela PUC-SP. Pós-Doutor em História das Ideias Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e Pós-doutor em Democracia e Direitos Humanos – Direito, Política, História e Comunicação pela Universidade de Coimbra. Doutor, Mestre e graduado em Direito pela PUC-SP. Graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo – USP. Professor da Graduação e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Direito (PPGD) da PUC-SP, tanto no mestrado como no doutorado. Com ancestralidade Guarani Kaiowá. Já desenvolveu projetos complexos com organismos relevantes como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Comitê Internacional da Cruz Vermelha na representação América Latina, Ministério da Justiça e tantos outros. Advoga na área dos Direitos Humanos, tendo sido coordenador do Escritório Modelo da PUC-SP, responsável pela área de projetos sociais, coordenando uma equipe de advogados populares no atendimento de dezenas de comunidades. Atualmente é Assessor da Pró-Reitoria de Cultura e Relações Comunitárias da PUC-SP.

 

Sumário

 

O encontro de dois rios

1º mito: Colocando os pingos nos Índios: Por que “povos originários” ou “indígenas”

2º mito: O arco e flecha

3º mito: Indígenas não gostam de trabalhar e são preguiçosos, canibais, violentos e matam crianças

4º mito: Indígenas possuem muitas terras

Sobre a demarcação de terras indígenas

O Marco Temporal da Terra Indígena

5º mito: Indígenas estão desaparecendo no Brasil

Não foram apenas “gripezinhas”: O caráter de dizimação das epidemias trazidas pelo homem branco supostamente “civilizado”

A recuperação e acréscimo do contingente populacional indígena

brasileiro nos últimos 50 anos

6º mito: Ah, que saudades dos militares – Relatório Figueiredo: Etnocídios e Normaticídios

7º mito: Os primeiros brasileiros da história são os Indígenas

8º mito ou 1ª luta? Por um Decolonialismo Indígena

O conceito de Decolonialismo

O Decolonialismo atrelado às demais áreas do conhecimento humano

Modelos teóricos sobre a questão de dominância e Poder na Modernidade

O pensamento decolonial Indígena como instrumento pedagógico