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Autor: Alvaro de Azevedo Gonzaga

Formato: 14x21

Acabamento: Brochura

Páginas: 208

ISBN: 978-65-86985-53-5

 

O livro

 

“Nesse momento de tantos desencontros com o afeto, da natureza sendo tratada como objeto dos seres abjetos, é que apresentamos nossa segunda edição do Decolonialismo Indígena.”

 

Com ancestralidade Guarani Kaiowá, eis uma parte da apresentação à segunda edição elaborada pelo Professor de Direito e advogado que milita na defesa dos direitos humanos, Alvaro de Azevedo Gonzaga, neste livro que é fruto de seu pós-doutorado em História Indígena.

 

O livro divide-se em 7 mitos e uma luta que foram construídos pelos colonizadores e precisam ser desmentidos ou decolonizados. Com uma linguagem cuidadosa, mas leve, o autor busca aproximar o leitor desse tema que merece atenção, afinal nossa história é muito anterior a 1500.

 

1º mito: Colocando os pingos nos Índios: Por que “povos originários” ou “indígenas”?

2º mito: O arco e flecha!

3º mito: Indígenas não gostam de trabalhar e são preguiçosos, canibais, violentos e matam crianças.

4º mito: Indígenas possuem muitas terras!

5º mito: Indígenas estão desaparecendo no Brasil.

6º mito: Ah, que saudades dos militares – Relatório Figueiredo: Etnocídios e Normaticídios.

7º mito: Os primeiros brasileiros da história são os Indígenas.

8º mito ou 1ª luta? Por um Decolonialismo Indígena.

 

Entre a primeira e a segunda edição, o autor emitiu parecer sobre o genocídio contra os povos indígenas para a CPI da COVID realizada no Senado, além de ter participado de inúmeros eventos sobre a questão indígena que merece defesa diuturnamente.

 

O autor

 

Alvaro de Azevedo Gonzaga

Com ancestralidade Guarani-Kaiowá é Pós-Doutor em História dos povos Indígenas pela UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Livre-docente em Filosofia do Direito pela PUC-SP. Pós-Doutor em História das Ideias Jurídicas pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa e Pós-doutor em Democracia e Direitos Humanos – Direito, Política, História e Comunicação pela Universidade de Coimbra. Doutor, Mestre e graduado em Direito pela PUC-SP. Graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo – USP.

 

Professor da Graduação e do Programa de Estudos Pós-Graduados em Direito (PPGD) da PUC-SP, tanto no mestrado como no doutorado.

 

Já desenvolveu projetos complexos com organismos relevantes como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) na representação América Latina, Ministério da Justiça (MJ) e tantos outros.

 

Advoga na área dos Direitos Humanos, tendo sido coordenador do Escritório Modelo da PUC-SP, responsável pela área de projetos sociais, coordenando uma equipe de advogados populares no atendimento de dezenas de comunidades. Atualmente é vice-coordenador do Núcleo de Filosofia do Direito no Mestrado e Doutorado em Direito da PUC-SP.